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Conexão com a arte

Há três anos, o CFC promove oficinas de arte para alunos do Fundamental

Recife, 8 de novembro de 2019 - Há cinco anos, o artista Thiago Teas, 30, usa os traços do grafite para transmitir mensagens cristãs. “Não na forma tradicional como estão escritas na Bíblia, mas com as técnicas e a simplicidade de uma arte que é da rua”, explica. Formado em design e atualmente concluindo o curso de publicidade e propaganda, ele também trabalha para a Funase (Fundação de Atendimento Socioeducativo), em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. “A escola é uma fábrica de sonhos e a Funase pode ser o fim dos sonhos na história de um jovem, mas eu já vi muitas vidas transformadas; meninos que abandonaram as drogas e o crime para trabalhar com a arte do grafite”, atesta.

As alunas Júlia Gouveia, 12, e Sofia Aroucha, 13, confessam que acharam muito interessante o trabalho de Teas, que foi convidado pelo CFC para dar uma oficina de grafitagem aos alunos do 7º ano que participam do projeto Conexão com a arte. “Ele é um exemplo! A arte pode ajudar muita gente e é essencial para a formação de um cidadão”, diz Júlia. “Além de transformar vidas, como ele mesmo falou pra gente, a arte diverte muito, completa Sofia.

Foi um dia inteiro de oficinas e apresentação dos trabalhos de arte e pesquisas desenvolvidas ao longo do ano nas turmas que vão do 4° ao 8° ano do Fundamental, todas organizadas pelas coordenadoras Paula Lombardi, Beth Sá e Andréa Sílvia. “Fizemos releituras da arte dos quilombos e dos vitrais à luz das obras da Idade Média”, explica Andréa. Oficinas inusitadas foram relacionadas às artes mais variadas. “A partir do momento em que o aluno monta um terrário, por exemplo, ele desenvolve a criatividade e a responsabilidade, porque escolhe a planta, aprende a cuidar dela e ainda precisa pensar como ela se tornará uma peça decorativa em casa”, observa Janaína Menezes, professora de ciências.

Este ano, foram realizadas 11 oficinas, todas correlacionadas aos diversos seguimentos artísticos: teatro, cinema, hip hop, aeróbica, grafite, lettering, customização, bordado, guirlanda natalina, brincadeiras populares e terrário. Os alunos do 8º ano levaram para murais e banners denúncias contra preconceito racial, religioso, violência contra a mulher, bullying etc. “É um alerta às diferenças”, diz Andréa Sílvia. A mostra fica aberta para visitação dos pais de 11 de novembro a 20 de dezembro.


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