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Alunos participam da primeira etapa do projeto piloto AeTrapp

Cerca de 25 alunos do 9° ano do ensino Fundamental participaram, na manhã desta terça-feira 24, da primeira etapa do projeto piloto AeTrapp, que consiste na construção de armadilhas para o mosquito Aedes Aegypti - transmissor de doenças como dengue, chicungunya e zika - e no monitoramento dos ovos do mosquito pelo aplicativo para smartphone desenvolvido para o projeto. A ação foi implantada no colégio em parceria com a ONG WWF Brasil - participante de uma rede internacional comprometida com a conservação da natureza levando em consideração os aspectos socioeconômicos -, Google, Prefeitura do Recife e INCITI/UFPE.

O coordenador científico da ONG WWF, Oda Scatolini, explicou para os alunos como vai funcionar o AeTrapp, bem como o passo a passo para a construção das armadilhas. “É necessário que os alunos que moram em apartamento falem com o síndico do edifício para colocar a armadilha numa posição em que ela fique 80 cm acima do solo, para que a fêmea do mosquito deposite os ovos. É importante também que a armadilha fique em um local longe da chuva e de pessoas que possam mexer nelas, pois isso atrapalha o estudo”, salientou o coordenador.

O aluno Paulo Felipe, de 14 anos, gostou de participar do projeto. “Acho muito importante porque a gente vai monitorar os ovos do mosquito e evitar que ele se reproduza”, afirmou. Maria Fernanda Oliveira, 14, diz que com o aplicativo fica mais fácil participar, já que o mundo virtual é uma realidade para a maior parte das pessoas. “Esse mosquito provoca doenças e leva à morte. Então, acho importante todos participarem da luta contra ele”, ressaltou.

A professora Luciene Silva afirma que o engajamento e o comprometimento dos alunos é muito importante para o sucesso do trabalho. “Nossos alunos são agentes multiplicadores. A realidade triste das doenças e mortes causadas pelo mosquito não pode ficar apenas no campo teórico. É necessário que eles coloquem a mão na massa e experimentem na prática como é contribuir para a erradicação do Aedes Aegypti”, salientou. O projeto piloto AeTrapp será apresentado à sociedade com a presença de representantes de todas as instituições parceiras, na última semana de maio.

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